A nossa rainha é a tv.
A nossa comida é enlatada.
Nossos princípios apagados.
Nossas ideias perdidas.
Nosso caminho marcado.
Os destino desenhado,
a nossa dor escondida.
Nosso abrigo tem sino,
nosso abrigo tem padre.
Nosso amor é comprado.
Nosso amor vendido.
Nossos dias ocupados.
Nossa vida um lixo.
Lamentar é o que sabemos.
E lamentamos nosso lamento
como se lamentar fosse mudar.
Mudar nós não tentamos
tentar é assumir que o outrora
era bem melhor que o agora.
"É difícil perder-se. É tão difícil que provavelmente arrumarei depressa um modo de me achar, mesmo que achar-me seja de novo a mentira de que vivo." (Clarice Lispector)
21 fevereiro, 2009
11 fevereiro, 2009
Love for all.
Amar é direito universal.
Amar de todo jeito,
não existe amor do avesso.
Amar quem e como VOCÊ quiser.
Ame quem não te ama.
Ame quem você ama.
Deixa a moça amar a moça.
Deixa o rapaz amar o rapaz.
Amor nunca é demais.
Deixa a menina amar os caras.
Um, dois, três, dez.
Amor pro padre, pra criança,
pro vovô e pra vovó.
Amar é bom, ruim é estar só.
Deixa o amor mudar,
deixa o amor andar, deixa o amor amar.
O amor não tem idade, não tem sexo, ou regra.
O amor da gente, a gente não nega.
Amar de todo jeito,
não existe amor do avesso.
Amar quem e como VOCÊ quiser.
Ame quem não te ama.
Ame quem você ama.
Deixa a moça amar a moça.
Deixa o rapaz amar o rapaz.
Amor nunca é demais.
Deixa a menina amar os caras.
Um, dois, três, dez.
Amor pro padre, pra criança,
pro vovô e pra vovó.
Amar é bom, ruim é estar só.
Deixa o amor mudar,
deixa o amor andar, deixa o amor amar.
O amor não tem idade, não tem sexo, ou regra.
O amor da gente, a gente não nega.
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