ando cansada de andar armada,
em cada esquina o perigo
preferia muito mais ser amada,
em cada esquina um abrigo
"É difícil perder-se. É tão difícil que provavelmente arrumarei depressa um modo de me achar, mesmo que achar-me seja de novo a mentira de que vivo." (Clarice Lispector)
02 setembro, 2013
01 setembro, 2013
Dentro de mim e escrava de mim mesma
presa nas escolhas que fiz,
destino que é tanto história de identidade
quanto prisão condicional
E o que mais seria eu de verdade
senão as pegadas que deixei espalhadas,
os rosto que fiz sorrir e chorar
e as marcas isso tudo deixou em mim?
Tempo que é lar e monstro
tudo que conheço e onde mora
cada lembrança de que vivi
seja ela triste ou feliz
presa nas escolhas que fiz,
destino que é tanto história de identidade
quanto prisão condicional
E o que mais seria eu de verdade
senão as pegadas que deixei espalhadas,
os rosto que fiz sorrir e chorar
e as marcas isso tudo deixou em mim?
Tempo que é lar e monstro
tudo que conheço e onde mora
cada lembrança de que vivi
seja ela triste ou feliz
o es-tó-pimm!
Essa intransigência do tempo
essa insignificância de ser
como mudar uma história de anos?
um jogo tão forte de poder
não há espaço para existir,
para que se construa
há que primeiro que desconstruir,
há que derrubar tantos muros de berlim
cadeados e correntes para se partir,
tantos portões ainda irão cair
quando de largada, puder se ouvir o estopim
essa insignificância de ser
como mudar uma história de anos?
um jogo tão forte de poder
não há espaço para existir,
para que se construa
há que primeiro que desconstruir,
há que derrubar tantos muros de berlim
cadeados e correntes para se partir,
tantos portões ainda irão cair
quando de largada, puder se ouvir o estopim
Assinar:
Postagens (Atom)