22 agosto, 2008

Oh, margarida.

Obs: eu sei que isso não é uma margarida, tá?


Uma margarida em meio as rosas.
Te vi, bela e formosa
Me convidando a sentar

No seu sorriso a alegria
No seu toque a poesia
que meus ouvidos não deixam de escutar

E com o tempo foi me viciando
o seu brilho ia me chamando
e eu ali a me deliciar

Deliciar com tua voz
e tudo que esteve entre nós
naquelas tardes de amar

Um dia no roseiral não vi mais flores
Mais nenhum dos meus amores
estavam a me esperar

Procurei desesperada
A tristeza me chamava
e vim com ela a sentar

Me sentia abandonada
pela flor que mais amava
e me pus a chorar

Num momento inesperado
vi que estava ao meu lado
esperando-me alcamar

Nesse instante entendi
que mesmo que não estivesse ali
Por mim iria zelar.

Nenhum comentário: