Toda liberdade que um dia desejei
caminha na direção contrária
ela se foi, eu a deixei
como se não me fosse necessária
Todo o amor que um dia quis
agora é compaixão e dó
Me vejo triste e infeliz,
Eu só escrevo, e escrevo só
E as rimas pobres que me restam
Sonetos, que de nada prestam
Abandonam o meu poder
E da esperança que me restava,
entre todas as coisas que mais gostava,
só restam cinzas.. não resta nada.
Um comentário:
ja li varios sonetos de escritores
famosos e muito bons,porém o seu
foi lindo o muito expressivo.
imagino o quanto vc goste de se comunicar.
=)
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